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Por marquinhoo_ · Postado
Pois é, eu tbm não acho o ideal né. Mas pelo menos o Endrick e o Estevão, mesmo sendo vendidos 1 ano antes, se dedicaram ao Palmeiras até o último minuto. Bem provável que vá acontecer o mesmo com o Eduardo Conceição. Espero q ele faça o mesmo. -
Infelizmente, não serão. Zubeldia, Diniz e outros técnicos chiliquentos tem passe livre para tal. E ainda não duvido se perto do jogo contra o Varmengo, alguém da comissão técnica ou algum jogador do Palmeiras que estiver na fila para ser julgado pelo STJD, ser julgado (e suspenso) no dia anterior ao jogo contra eles. O STJD é um puxadinho do Varmengo...
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Sou contra esse lance de vender e continuar aqui. Conforme vai ficando perto de partir, jogador já começa a se poupar, com medo de se machucar, etc. Ficar com um pé em cada canoa não dá certo. Já disse outras vezes, deveria ter uma lei que só pode ser vendido com 18 anos completos. Aí vende e ja vai embora.
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Por Fabricio USA · Postado
Movimento ocorre após compra de dívida da construtora e mudança de naming rights O BTG Pactual deve assumir o controle do contrato relacionado ao estádio do Palmeiras com a WTorre, conforme informou o Jornal o globo, por meio do jornalista Lauro Jardim. Neste mês, o Nubank oficializou a aquisição dos naming rights do estádio do Verdão. Até o dia 30 de abril, o público poderá participar da definição do novo nome por meio de votação no site da empresa, com três opções disponíveis: Nubank Parque, Nubank Arena e Parque Nubank. A transição do acordo com a Allianz Seguros, responsável pelo naming rights desde 2014, para o novo patrocinador foi conduzida pela WTorre, atual gestora da arena. No entanto, a operação passou pela aprovação do BTG Pactual, que tem participação relevante na estrutura financeira envolvendo o ativo. Em 2025, o banco controlado por André Esteves, por meio da gestora de crédito Enforce, adquiriu cerca de R$ 650 milhões em dívidas da WTorre Entretenimento junto ao Banco do Brasil. A operação ampliou sua influência sobre os contratos relacionados ao estádio. Para viabilizar a troca de patrocinador, foi necessário um acordo com a Allianz para a rescisão antecipada do contrato vigente, que ainda teria aproximadamente oito anos de duração. A negociação ocorreu diretamente entre as empresas, sem participação do Palmeiras, que não atua na gestão comercial da arena. O banco confirmou o pagamento de multa pela rescisão, mas os valores não foram divulgados. A tendência é que, ainda em 2026, o BTG Pactual passe a ser formalmente o detentor do contrato com o time paulista, enquanto a WTorre deve permanecer à frente da operação do estádio, com participação reduzida no acordo. Mesmo sem envolvimento direto nas negociações, o clube possui direito a uma parcela das receitas geradas pela arena, conforme previsto no contrato firmado anteriormente com a WTorre. No acordo com a Allianz, essa participação era de 15%, incluindo receitas de naming rights. O Nubank não revelou qual será o percentual destinado ao Alviverde no novo modelo. Além da exposição de marca, o banco digital informou que prepara uma série de ativações e benefícios voltados aos clientes, integrando experiências dentro e fora dos dias de jogos. A iniciativa faz parte de um projeto ainda em construção e, segundo a empresa, mais detalhes serão divulgados ao público em breve. -
Por Felipe Ferreira · Postado
Tão dizendo que o banco BTG pactual vai assumir o estádio no lugar da Wtorre. E que essa troca do nome teria a ver com isso também.
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