Petrocchi

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Sobre Petrocchi

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  1. Satisfeito pela partida do Borja até aqui. Espero que mantenha esse ritmo.
  2. Sinceramente, não tem cabimento o Gamarra não ficar entre os top 3, quanto mais dizer que foi uma "lástima". Mesmo em final de carreira, ele jogou muito futebol aqui. Não sem motivo, ganhou bola de prata da Placar em 2005 como melhor zagueiro do Brasileirão e em 2006 foi eleito pra seleção do Paulista. Ficou pouco tempo, mas nesse pouco tempo jogou mais do que qualquer outro zagueiro, na minha opinião mais do que Mina e Henrique inclusive.
  3. Justamente o inverso. Com o Elias exigiu trabalho, não é fácil dar consciência tática e noção de posicionamento de um volante para um atacante. No caso do João Pedro, ao invés de investir no desempenho defensivo de um jogador de enorme potencial (titular de seleção sub-20 em mundial não é qualquer um), preferem se furtar do trabalho e deixar o talento dele resolver no apoio ofensivo, onde já tem trocentos jogadores de qualidade semelhante.
  4. Além de alguns bons passes em profundidade. Gostei da atuação, mostra recursos. Está longe de decepcionar.
  5. Acho que vale a pena colar a matéria no post ao invés do link para não estimular click nesse tipo de manchete. O contrário vale para as manchetes positivas, como o caso do tópico sobre o fator "casa", onde a matéria foi colada, mas não trás o link.
  6. Se tudo caminhar da forma que deve nesse final de Brasileirão, o Dudu vai se tornar protagonista de dois títulos nacionais seguidos, um deles como capitão do time com apenas 24 anos. Acho que não precisa pedir desculpas por compará-lo ao Edmundo, o Dudu faz e muito por merecer.
  7. Pois é. O Lucas fez alguns jogos muito bons ano passado, teve bons momentos, mas no geral foi um lateral apenas razoável. Pra mim está claro que esse é o perfil dele e que devemos investir no João pensando no futuro da posição. Pra mim, é lateral com potencial de seleção daqui alguns anos.
  8. Concordo não. Tecnicamente, pra posição, é acima da média. Além disso, tem inteligência para escolher a melhor alternativa de jogo. O time é que não está bem, mesmo os jogadores diferenciados não estão conseguindo render. A falta de organização tática dificulta muito o desempenho individual.
  9. Esse é um jogador que merece atenção. Tem muita qualidade e joga numa posição com raros (e caros) bons valores hoje em dia. Eu teria mantido no elenco, alternando com o Régis, mas, já que foi emprestado, que aproveite a oportunidade da melhor maneira e que tenha alguém da comissão técnica observando. A posição em que o Leandro ganhou destaque no Palmeiras foi justamente essa, a coisa desandou completamente quando acreditaram que ele deveria jogar aberto. É o problema desses treinadores com opiniões pré-concebidas e preferem descartar jogador antes de testar um novo posicionamento. Hoje com Cristaldo e Alecssandro não teria chances, mas futuramente é uma boa opção.
  10. Situações muito diferentes. Robinho e Valdívia jogam em faixas diferentes do campo e fazem funções diferentes, com exigências diferentes. O Robinho é um meia de ligação, joga mais recuado, precisa ser mais dinâmico justamente porque é o responsável pela transição. O Valdívia joga mais avançado, como meia de criação. Podem argumentar que no futebol moderno não existe espaço pra esse tipo de jogador (no meu modo de ver, isso é conversa fiada), mas tradicionalmente não se exige muito desse jogador taticamente porque é uma posição pra jogadores de muita capacidade técnica e visão, não é qualquer jogador que consegue criar e distribuir jogo num espaço tão pequeno e de intensa marcação. Robinho é um jogador que me agrada bastante, tem boa técnica, tem uma disposição louvável para fazer algo diferente do ordinário, tem boa visão de jogo, mas não tem a criatividade necessária para algumas situações de jogo, especialmente com o adversário mais postado. É nestes casos que jogadores como o Valdívia fazem falta e de fato fizeram durante o ano passado. Hoje nós temos o Régis que parece ter esse perfil, tem que ver como ele se encaixa e, especialmente, como o Marcelo vai usar.
  11. Isso aí mostra mais que cada um enxerga futebol de uma forma diferente e essas opiniões tendem a ser reproduzidas. Um bom exemplo disso é opinião de torcida sobre jogadores de outro clube. Torcedor pega sim no pé de alguns jogadores do seu clube, mas geralmente são esses torcedores que conhecem melhor as limitações dos seus jogadores, que muitas vezes passam desapercebidas por torcedores de outras equipes. O Leandro Almeida mesmo era bastante elogiado aqui na época da sua contratação pelo status de capitão no Coritiba, mas quem tem contato com a torcida do Atlético MG sabia muito bem das deficiências do Leandro e da simpatia injustificada do Marcelo Oliveira pelo futebol dele. No meu ponto de vista, o Leandro não fez uma partida horrível, mas em dois lances cometeu erros juvenis que poderiam complicar um jogo contra um adversário muito fraco. Como comparação, o Dracena, com muito menos entrosamento, fez uma partida muito mais segura. Outra atuação fraca foi a do Alecssandro. Muita gente diz que no futebol moderno não tem espaço para armadores clássicos, que todo mundo precisa se doar, marcar, se movimentar, mas quando se trata de desempenho fraco de centro avante a primeira coisa que argumentam é que "a bola não chegou", como se isso desculpasse a total inoperância do jogador. O Cristaldo também não recebeu muitas bolas em condições de finalizar, mas voltou pra brigar, correu, incomodou a defesa, coisa que o Alecssandro não parece interessado em fazer. Outros dois que não fizeram bons jogos foram o Lucas e o Gabriel, mas não pecaram por omissão, tentaram e não foram felizes, mas têm condições de oferecer mais. O resto do time foi bem, na medida do possível de um primeiro jogo. Um detalhe que a transmissão da ESPN destacou e que eu concordo é que o time do Palmeiras está construindo muitas boas opções, sobretudo do meio pra frente. Parece ser possível jogar com duas formações de meio campo e ataque no Paulista e na Libertadores sem perder qualidade. Depois de muito tempo o Palmeiras teve condições de fazer o correto, manter uma boa base e reforçar com contratações pontuais. É cedo pra falar, mas a diretoria está de parabéns pelo trabalho.
  12. Como assim "no momento"? Na final da Copa do Brasil ele estava aterrorizando a defesa do Santos até sair por contusão, vinha sendo um dos melhores se não o melhor do time ao lado do Barrios. Fez uma partida abaixo do que pode render no primeiro amistoso do ano (!), não há motivo nenhum para dizer que devemos "tentar coisas melhores". Erik, Allione, Régis e até o Rafael devem ser testados e aproveitados, mas o Gabriel hoje é titular por méritos e é um candidato muito forte pela vaga.
  13. Acabou virando lateral nos últimos anos de base, e um ótimo lateral. Batia falta como poucos.
  14. Vinicius e Caio Mancha não chegaram a ser "promessas", subiram por oportunidade apenas. Por outro lado, o Alceu eram sim uma grande promessa, jogou em todas as seleções de base como titular e tinha sim potencial, inclusive foi bem no time que disputou a Série B em 2003. Depois se perdeu, por uma série de motivos. Numa época em que Paulo Almeida e Augusto Recife eram os cabeças de área de dois campeões brasileiros, fica claro que o problema do Alceu não era exatamente técnico. Acho que as maiores decepções que eu tive são o Pedro, lateral direito da Copa SP de 2002, o William, meia atacante da Copa SP de 2004, o Beto, centro-avante da Copa SP de 2006 e o Felipe, meia da Copa SP de 2008, todos com desempenho fora de série nas categorias de base, mas nenhum conseguiu repetir o mesmo futebol no profissional, cada um por um motivo diferente. Ainda que muitos aproveitem esse tipo de discussão para depreciar a base do clube, no meu modo de ver serve para alertar sobre a necessidade de uma atenção especial aos jogadores que são formados no clube. Os jogadores citados e que ainda serão lembrados não são piores que os formados em outros clubes ou mesmo que quase a totalidade dos jogadores que o clube contratou neste período. A diferença do Matheus Salles pro Francis, pro Reinaldo, ou pro Denoni não é técnico, possivelmente nem de personalidade. O Matheus simplesmente encontrou condições mais propícias para que o seu futebol pudesse render mais. E certamente a confiança que o Marcelo Oliveira depositou nele ajudou nessa integração. João Pedro e Nathan entraram no time na pior situação possível e os dois conseguiram, de forma surpreendente, render bem num time quase rebaixado, mas a perda de espaço no ano seguinte acabou tendo um impacto negativo no futebol dos dois. Não existem formulas prontas, mas a diretoria e comissão técnica podem e devem aprender com os erros cometidos e repetir os acertos.
  15. Não duvido nada que a pergunta não direcionou a resposta pra isso. Quando se fala em patrocinador no Palmeiras, a primeira coisa que vem à mente de quem viveu o futebol nos anos 90 é "Parmalat". Certamente a própria pergunta já estabelecia a comparação.