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GuntherF

Falando de Palmeiras - Proibido off topic

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Agora, do Verde disse:

Eu acho que o Navarro ainda vai dar bom, teve até um jogo que ele foi importante e nos ajudou a buscar um bom resultado, em momento que estávamos em desvantagem no banco e o Rafael Navarro saiu do banco.

Essa contratação eu gostei. 
Idade pra melhorar tem; o problema é chegar num time como o Palmeiras e resolver... ...mas, ainda vejo algo bom. 
Se não esportivamente (ainda tenho esperança), ao menos financeiramente.

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6 horas atrás, Gabriel.SRamos disse:

Não é difícil desenvolver o físico do atleta, difícil é ensiná-lo a usar a força física em prol do jogo. O Palmeiras fez um trabalho com o Scarpa em 2018 que o fez ganhar 4kg de massa magra, mas no início, ele parecia o mesmo cisco de sempre. Com a chegada do Abel, ele aprendeu a usar o corpo, não caia tão fácil, aguentava mais o tranco... esse é um trabalho relativamente "fácil" de se fazer com os jogadores, só precisa de tempo. Acredito que a comissão técnica vá fazer início na próxima pré-temporada.

O keno tbm quando veio era fraco e fizeram um trabalho bom e melhorou bastante... atuesta não é nem tanto o físico, mas ser lento, por isso, acho que vai ter que aprender a ter alguns atalhos no futebol... lembro do seerdoff falabdo do ganso se lento, acho que atuesta igual, mas não quer dizer que não consiga jogar aqui...

Vejo alguns jogadores do palmeiras precisando mais tempo e jogos para mostrar alguma coisa, Abel de ritmo e tempo para RV que o scarpa vinha voando e foi deslocado para lateral, atuesta, el fraco, merentiel precisam...

Lembrando que esses jogadores foram contratos para um futuro próximo, mas precisamos para hj, logo deveriam ter sido contratados em 2021 para estarem melhores hj... 

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Em 21/09/2022 em 15:16, Gabriel.SRamos disse:

Também acho que poderia ser útil, mas não vai passar disso. E convenhamos, 25 milhões de reais em um jogador "útil" é muito dinheiro.

O problema ´é que, atualmente, qualquer jogador semi-útil custa isso também ! Será que aceitariam um combo com: Breno e Navarro, por ele?

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2 horas atrás, YuriPR disse:

É muito uma questão genética. O Endrick deve ter tido menos tempo de musculação que o Atuesta.

Fato é que o colombiano é desprivilegiado geneticamente. Nesse caso, tem que ter ainda mais atenção na parte física, pra conseguir competir. Velocidade é mais difícil conseguir, mas força é bem treinável. Nunca vai ser um Felipe Melo, mas tem plenos condições de melhorar muito essa questão.

Sobre esteroides, o problema não é que tem graves efeitos colaterais, o problema é a dose administrada. 

Você parece ser da área. Só curiosidade: anabolizante pode ser administrado (em dose baixa) sem risco, por exemplo, de câncer ? Qual seria essa dose ?

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16 minutos atrás, WAGA disse:

Você parece ser da área. Só curiosidade: anabolizante pode ser administrado (em dose baixa) sem risco, por exemplo, de câncer ? Qual seria essa dose ?

Não me metendo mas já me intrometendo no assunto.

Doses seguras não existem, vc pode, através de controle de exames, diminuir o impacto negativo o máximo que conseguir.

Tem uma linha médica que defende o uso, tem uma linha médica que demoniza.

Resumindo: pode dar merda, mas se bem administrado e acompanhado, os riscos diminuem bastante.

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Existe um problema, que vai afetar diretamente o Palmeiras (por isso estou postando aqui), e que ninguém está discutindo publicamente: entrada de clubes de grupos (City, RB, Textor, Ronaldo), vai afetar radicalmente a dinâmica de formação de jogadores.

  1. Até recentemente, um clube estrangeiro tinha que pagar a multa que nós definíamos por jogadores, pq para futebol internacional, vale a multa definida em contrato
    1. No Brasil, isso está vinculado aos recebimentos do jogador, e não apenas a um valor convencionado em contrato
    2. Assim, clubes como City, RB, e outros, poderão fazer quase que uma arbitragem, comprando mais barato no Brasil, e levando para fora em seguida
    3. Por isso, grupos com clubes no Brasil ganham uma vantagem competitiva frente a clubes com atuação apenas na Europa. City poderia levar o Endrick, por exemplo, pela multa nacional (não sabemos quanto é), já a partir de agora, e levar para a Inglaterra, quando completasse 18 anos. Não teríamos qualquer controle, e por isso, precisaremos nos proteger aumentando os salários de jogadores da base. Isso tende a tornar a operação de base mais cara, como era previsível que se tornaria com o aquecimento desse mercado em particular
    4. Mecanismos que evitavam aliciamento de jogadores na base em mercado estrangeiro, por conta da Fifa, não necessariamente existirão a partir do momento em que os clubes estão dentro do Brasil. A partir desse momento, passa a valer mais o que está no Brasil do que o que a Fifa determina. Assim, talvez a gente deva pensar em proteções mais fortes dentro do mercado nacional, talvez até com novas legislações. Hoje, existe um acordo entre clubes para um buraco que existe na legislação, salvo engano. Qual é o incentivo de o bicho papão, City, entrar em acordo com clubes no Brasil? Algo a se pensar...
  2. Um mecanismo possível de intimidação do avanço desses clubes seria a criação de legislação de fair play financeiro, que limite o tamanho dos aportes que podem ser feitos por novos sócios. Naturalmente, tem o efeito negativo de reduzir o investimento no Brasil, mas tornaria o campeonato mais equilibrado contra clubes de petróleo.
  3. A criação da LIBRA vs. Futebol Forte parece, nos bastidores, refletir exatamente o receio de que, com um campeonato completamente equilibrado nos outros aspectos, que grupos de clube optem pelos menores como pedágios para terem acesso ao futebol brasileiro. É um cenário em que os tradicionais tentam se proteger contra os pequenos que são alvos de aquisições. Não é de se surpreender que sejam grandes defensores do equilíbrio o Bahia (City) e o Athletico-PR, todos eles tem muito a ganhar com esse equilíbrio.

A solução passa, no nosso lado, por algo que proteja o interesse dos grandes, mas sem a ingenuidade, clara nos clubes ingleses, de que os aportes ilimitados não vão ser um problema para a competitividade do campeonato no que trata de disputa de título. A discussão de Fair Play Financeiro é tão urgente quanto a de cota de televisão. Além disso, seria proveitoso a definição de critérios de patrocínio público, limites, critérios, etc. Uma adoção de padrões de compliance que os clubes devem seguir.

Destaco, esse ponto é urgente. A vinda de grupos de clubes ao Brasil não é coincidência, o perfil das aquisições até aqui não é de bilionários excêntricos, talvez com exceção do Botafogo, mas de clubes europeus interessados em formação de jogadores no Brasil. Isso afeta diretamente o Palmeiras. 

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Agora, Jean.Pazim disse:

E o Bahia hein... Povo do grupo City informaram que vai ser o segundo clube do grupo City com maior investimento, cabuloso hein...

Falaram a mesma coisa do Textor no Botinha.

Isso aí é tudo papo de investidor, óbvio.

Mas na real, nenhum investidor inteligente, sobretudo o grupo CIty, investiria tão pesado em um time como Bahia de pouquíssima torcida e sem mínima possibilidade de chegar nas cinco maiores torcidas nos próximo 50 anos.

Esses investidores pegam esse clubes menores para servir de escolinha de futebol, visando comprar ou lapidar jogadores jovens e promessas para assim que atingir um bom nível já vender logo, retirando lucro.

Se duvidar, derrepente surge um novo neymar lá e antes mesmo de ganharem algum título já estarão vendendo...

Infelizmente eles acabam enganando os pobres torcedores com promessas do tipo "maior investimento", "time competitivo" e blablabla... mas no fim só visam o lucro.

O pior é que os diretores desse clube são alavancas para esse tipo de engajamento, são iludidos por esses investidores e aumentam isso para a torcida.

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4 horas atrás, HADZ123 disse:

A criação da LIBRA vs. Futebol Forte parece, nos bastidores, refletir exatamente o receio de que, com um campeonato completamente equilibrado nos outros aspectos, que grupos de clube optem pelos menores como pedágios para terem acesso ao futebol brasileiro. É um cenário em que os tradicionais tentam se proteger contra os pequenos que são alvos de aquisições. Não é de se surpreender que sejam grandes defensores do equilíbrio o Bahia (City) e o Athletico-PR, todos eles tem muito a ganhar com esse equilíbrio.

Sobre esse ponto, vai ser interessante ver a disputa pela igualdade, ou melhor, pelo equilíbrio nas cotas de TV. 

Inclusive estou postando aqui pq acho que esse tema envolve o Palmeiras e mais que isso : é crucial. 
Venho batendo na tecla, que se a gente seguir com receitas anuais de 500 a 600 milhões e eles na casa do bilhão, em 2 ou 3 anos vamos estar distantes. Não tem milagre. 
Superamos os bambis e mais ainda o Santos, principalmente quando após nos organizarmos, aumentamos nossas receitas e nosso nível de investimento. E ano a ano essa diferença entre os clubes aumentou... 

Não vejo o Palmeiras entrar nessa briga e é um erro grosseiro. No MÍNIMO deveria ser proporcional às vendas. E nesse cenário, nós recebemos os mesmos 32 milhões, Flamengo 78 e gambás 48 ( Hj recebem 170 e 110 ). 
Red Bull, o Textor, o 777, o grupo City... precisam aceitar migalhas ? Vão aceitar seus clubes recebendo em PPV de 5 a 20, enquanto o Flamengo recebe 170 ? 
Acho difícil. A mentalidade e visão empresarial deles rejeitará completamente isso. 

Somado a dois outros fatores : Não faz falta em seus orçamentos esses valores oferecidos e eles não precisam da mídia expondo seus jogadores, pois ( infelizmente para seus torcedores ) esses clubes SAF´s são como categorias de base para gigantes europeus.  
O Bahia para o grupo City e os demais casos SAF´s, é como se o Palmeiras tivesse investindo 300 mil em um pequeno clube no campeonato do Piauí... não seria um valor significativo e não precisaríamos de mídia, pois a prospecção é " nossa para nós mesmos ". 

Acho difícil a RGT conseguir a longo prazo continuar manipulando nosso futebol em beneficio de suas duas crias. 

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34 minutos atrás, Eduardo SEP 1914 disse:

Sobre esse ponto, vai ser interessante ver a disputa pela igualdade, ou melhor, pelo equilíbrio nas cotas de TV. 

Inclusive estou postando aqui pq acho que esse tema envolve o Palmeiras e mais que isso : é crucial. 
Venho batendo na tecla, que se a gente seguir com receitas anuais de 500 a 600 milhões e eles na casa do bilhão, em 2 ou 3 anos vamos estar distantes. Não tem milagre. 
Superamos os bambis e mais ainda o Santos, principalmente quando após nos organizarmos, aumentamos nossas receitas e nosso nível de investimento. E ano a ano essa diferença entre os clubes aumentou... 

Não vejo o Palmeiras entrar nessa briga e é um erro grosseiro. No MÍNIMO deveria ser proporcional às vendas. E nesse cenário, nós recebemos os mesmos 32 milhões, Flamengo 78 e gambás 48 ( Hj recebem 170 e 110 ). 
Red Bull, o Textor, o 777, o grupo City... precisam aceitar migalhas ? Vão aceitar seus clubes recebendo em PPV de 5 a 20, enquanto o Flamengo recebe 170 ? 
Acho difícil. A mentalidade e visão empresarial deles rejeitará completamente isso. 

Somado a dois outros fatores : Não faz falta em seus orçamentos esses valores oferecidos e eles não precisam da mídia expondo seus jogadores, pois ( infelizmente para seus torcedores ) esses clubes SAF´s são como categorias de base para gigantes europeus.  
O Bahia para o grupo City e os demais casos SAF´s, é como se o Palmeiras tivesse investindo 300 mil em um pequeno clube no campeonato do Piauí... não seria um valor significativo e não precisaríamos de mídia, pois a prospecção é " nossa para nós mesmos ". 

Acho difícil a RGT conseguir a longo prazo continuar manipulando nosso futebol em beneficio de suas duas crias. 

Caramba, ótimos pontos seu e do Hadz123, não havia parado para pensar sobre isso, realmente o equilíbrio de forças na mesa de negociação vai mudar drasticamente e a legislação atual (lei pelé) é complemente defasada para encarar esse cenário.

Me parece que devemos ter uma explosão de SAFs, clubes endividados e um mercado com muito espaço para lucro dos investidores.

Será que conseguimos competir sem mudanças?

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