Sim, pra mim qualquer um dos dos é um "problema" defensivo, a diferença primordial que enxergo é que o Andreas, ofensivamente consegue contribuir bem mais que o Evangelista, então esse risco-retorno no caso é mais positivo pra ele. Agora o que me preocupa mais ainda é esse modelo de marcação individual com longas perseguições que o Abel adora, nem o Emi que em teoria é 100% marcador mas tem arranque de uma balsa, consegue marcar bem nesse estilo de jogo, é buraco toda hora surgindo em todo lugar do campo, e os jogadores tem que se virar pra dar conta.
Imagina o Andreas tendo que correr pra cobrir os zagueiros que foram marcar lá na frente em alguma perseguição... isso é doidera total.
Essa análise relacionando o potencial dos clubes só por tamanho de torcida é MUITO burra.
É a mesma coisa que dizer que o Flamengo tem mais potencial que o Real Madrid pq supostamente tem maior torcida. Dane-se nivel de engajamento e poderio econômico de cada torcedor.
Tem uma pesquisa do Itaú de 2023 que mostra que os torcedores do Palmeiras gastaram quase 2x mais do que os gambas com o time (sócio torcedor, ingresso, site oficial, etc).
Obviamente tem fase dos times, mas 2x é muita coisa. O poder de compra do palmeirense é maior, simples assim.
Principalmente porque o Andreas Pereira não é grande marcador. Se ele for jogar de 8, para mim tem que manter o Giay. Se for jogar de 10, vai ter que manter o Evangelista e aí sim o Khellven seria opção viável.
O Giay é muito ruim como opção ofensiva, além de ter passe mais ou menos e zero construção. O Kellven muda o estilo de jogo da água pro vinho justamente por ser uma opção ofensiva tanto na construção como na fase terminal ofensiva. Acho que para jogos retrancados é melhor opção.