Vamos ver se virá o Nino, Fabinho, um volante, na janela do meio do ano.
Aí deve subir um pouco essa média.
O bom é que aliamos juventude com talento (tipo o Luighi rs).
Mas tem que ter maturidade pra pensar que quando o Abel sair, o Palmeiras continuará sendo Palmeiras, ganhando e perdendo. E os títulos que ele ganhou não foram os primeiros e nem serão os últimos da história do clube. Já havíamos ganho Brasileiros em 2016 e 2018. Também tínhamos acabado de ganhar o Paulista de 2020.
O fato de jogar melhor não é excludente de ganhar títulos. Uma coisa não anula a outra. Assim como a forma com que o Abel joga também não ganhou os últimos sete torneios disputados. Ou seja, não existe fórmula infalível.
Mas uma coisa é clara, jogar da forma que joga, quando perde, não traz prejuízo apenas esportivo. Existe também o desgaste da imagem da instituição, principalmente como foi na última final, jogada abaixo da crítica, pela maneira tão amadora e inoperante com que o time se apresentou.
O meu time pra semifinal: CM; Giay, Gomez, Murilo e Piquerez; Marlon Freitas, Andreas Pereira, Allan e Árias; Flaco Lopez e Vitor Roque.
Giay no lugar do Khellven e Árias no lugar do Maurício. O argentino como defensor fixo pela direita, Árias pelo lado esquerdo e Allan pelo lado direito ou vice-versa, alternando entre meia e ponta, pois ambos são jogadores de movimentação.
É uma formação ofensiva, mas em casa e para propor jogo, além de marcar pressão no campo do adversário.