O Palmeiras vai controlando o jogo, tem bons números mas está pecando na criação e nas finalizaçoes.
Está muito óbvio, toca nas laterais e cruza na área.
Não tem opção de bola no chão prá definir as partidas.
Concordo com os seus argumentos em relação a temporada passada, mas os resultados dessa temporada já mostram indícios de que aquilo não se repetirá.
Estamos invictos contra o pessoal do G5, invictos em clássicos paulistas, campeões paulistas, melhor ataque do Brasileiro, líder isolado do Brasileiro.
Vc concorda em trocar de técnico com esses resultados? Beira a insanidade isso.
Se não tivesse do que reclamar não teria fórum... outro dia que tudo estava mais calmo, eu dei bom dia pro @WAGA e ele nem respondeu!
E se caso for descer do muro, vá para o lado que reclama.
Você retratou exatamente o que esta acontecendo. E ainda da pra somar o medo legitimo de uma parte: ''Abel vai embora e quem vem?''
Eu mudo de opinião a cada 3hrs. Neste momento que acho que a parada da copa é uma oportunidade pra estar com outro treinador! Se não trocar agora, Abel deveria ficar até novembro e chega outro pra pre-temporada! Vai acontecer isso? Acho muito difícil. Então eu escalo o ''problema'' mais pra cima, enquanto não sair Barros nada muda, e enquanto não sair Leila, nada muda.
Proponho pensar o seguinte: não se trata de querer jogar bem, mas de começar a mostrar indícios de que o trabalho não será insuficiente nos momentos de decisão. Jogar bem é consequência, mas as ações do treinador vem em primeiro lugar. É preciso ter mais variações, encontrar soluções mais rápidas, trabalhar melhor o banco, não deixar titular se sentir intocável etc. É preciso romper com o vício de temporadas anteriores.
Não foram precisamente as perdas de título para o Flamengo que irritaram parte da torcida, mas sim o modo como o time jogou na final da Libertadores, a quase tragédia contra a LDU em Quito, o esfarelamento de um time que jogou muito bem em dois meses e passou a ser nulo após perder o Lucas Evangelista e, acima de tudo, a constrangedora abdicação de voltar a colocar o time na briga após os resultados ruins na reta final do Brasileirão — ele literalmente jogou a toalha, um troço inacreditável.