Esse homem jamais abaixará a cabeça e falará “o trabalho está muito ruim, não estamos conseguindo o que queremos em campo, precisamos falar menos e trabalhar mais”. Ele é incapaz disso. Neste momento, qualquer interno ou treinador de categorias de base faria um trabalho menos pior do que o dele.
A coisa que mais irrita no Abel é o quanto ele extrapola o vínculo emocional criado com o torcedor. Não é a limitação técnica, tática, a arrogância, o chilique, as más decisões, o raciocínio lento e nem mesmo a corriqueira desonestidade ao falar de arbitragem, gramado, calendário etc. É a extrapolação do vínculo emocional.
Em 2025, ao ser justamente insultado após um combo de imbecilidades contra o Corinthians, disse ter registrado o que aconteceu ali. Bastou emendar algumas vitórias e começou a atormentar o torcedor com esse registro. Estava lambendo os beiço pra descarregar no fim do ano, mas foi aquela patetice que vimos bem no documentário.
Em 2026, não aprendeu com os erros dos anos anteriores, continua a insistir que “é nesses momentos ruins que precisamos do apoio total de nossos torcedores”, na maior cara de pau.
Ela tentou se movimentar pra um terceiro mandato, mas foi barrada. Senão o plano continuaria. Lascar tudo pra comprar barato. Igual fizeram no Atlético MG.
Não deu certo, tá quebrando o clube e comprando o Vasco.