Quero dizer é que graças ao VAR e à CONMEBOL, boa parte do "fator Libertadores" morreu mesmo. Catimba, botinadas "em off", provocações exageradas, arbitragem se fingindo de cega ou favorecendo na cara dura não-brasileiros, etc. Não tem mais metade da influência.
Outra coisa é que os times das torcidas que traziam peso à atmosfera estão todos fora (Racing, Peñarol, River, etc), ou "quase", ou são muito fracos pra que as arquibancadas compensem. Boca Jrs e Estudiantes estão, mas não só não se sabe se vão se classificar. Tirando os brasileiros, só vejo o Rosário Central como grande desafio que em casa é encardido, mas não sei se teve nível de enfrentamento até agora pra ser considerado esse bichão todo.
Estou considerando um Palmeiras que resolva jogar bola, é claro. Essa bagunça resultadista obviamente vai continuar tendo problemas.
Em 2022, com Emelec, Táchira e Petrolero foi uma fase de grupos muito fácil.
De resto, concordo contigo, incluindo edições em que o Bolívar caiu no grupo, beneficiou-se de altitude e parceria estratégica com o grupo City. O Palmeiras se saiu muito bem por competência logística, tática e científica, pois outros times brasileiros — incluindo o Flamengo que não aprende a jogar lá — teriam se complicado.
Neste ano, o Palmeiras tem se complicado em um grupo médio por incompetência em seu planejamento e irregularidade no trabalho da comissão técnica.