Tá na cara que o timing e o peso dessa decisão do STJD foi propositadamente escolhido a dedo, e a intenção é afetar o momento bom do time.
O certo agora NÃO é atacar ou tentar justificar o comportamento do Abel, isso vai refletir uma hora ou outra na pressão da torcida.
O foco é apoiar o trabalho da comissão técnica, e se for inviável, demite no final da temporada e recomeça na próxima.
A torcida precisa parar de ficar atacando o próprio ativo do clube em situações OBCENAS e CLARAS de desestabilizar o momento.
Ainda bem, quanto mais dinheiro, melhor. O Palmeiras tem formado elencos bem caros e todo o investimento que é feito em estrutura e logística também custa muito.
Finalmente estão aproveitando o valor que o clube adquiriu nestes últimos dez anos.
Contra o Vasco da Gama a ausência foi muito sentida. Dificilmente o time se desligaria daquele jeito a ponto de tomar uma virada de um time claramente inferior, com um treinador recém-admitido que sequer conhecia o seu elenco (Renato Gaúcho). Contra o fraquíssimo Guarani no Paulistão também, ainda que com um mistão, o time ficou devendo demais naquele jogo.
Claro que a punição do STJD é absurda, mas o comportamento do Abel não é diferente. Fez do chilique à beira do campo um esporte, uma hora receberia alguma punição absurda.
O jurídico do clube vai reduzir, mas duvido que consiga anular todos os jogos de suspensão. E ele, mais uma vez, se ausentará de suas responsabilidades à beira do campo. Já passou da hora de multar o treinador e sua comissão.
Jamais vou entender o torcedor que acha que esses chiliques geram benefício ao clube. A postura ativa da comissão técnica no banco blinda um pouco time, ajudando-o a manter-se concentrado na partida, mas jamais deveria ser confundida com esses excessos. Acho até que essa choradeira interminável dos portugueses lança uma névoa sobre algumas coisas básicas que certos jogadores ou mesmo o coletivo não consegue executar em campo.