é aquela coisa básica, tudo depende da situação. Cheiro e Palmeiras possuem elenco para sobrar na América no Sul com os pés nas costas, se não tá acontecendo, não faz sentido manter o treinador, se o cara não consegue encontrar as soluções com estes elencos, não tem porque ser mantido. É muito diferente para casos de Corinthians, Fluminense e outros, ali, a manutenção do trabalho é importante, porque com elencos limitados o conhecimento e entrosamento fazem grande diferença
Números são importantes mas, pra mim, o principal problema é outra coisa. Eu não tenho vontade de assistir aos jogos. Sei que muita gente aqui compartilha da mesma sensação.
Palmeiras desde o Felipão aceitou ser o time da luta e não do espetáculo. Mas hoje não somos nem um nem outro.
O Palmeiras tem dois modos: chutão e rodar a bola de um lado pra outro até cruzar.
Os poucos gols bonitos do ano que eu vi me fizeram pular do sofá. É algo tão inesperado hoje que está se tornando algo até especial.
O time precisa muito se reinventar. Dá a sensação que o Abel realmente não sabe trabalhar com jogador de qualidade.
Quero títulos e vitórias. Mas sinto que se ganharmos fim do ano, não vai ter aquele sabor especial porque eu mal vi meu time jogar. Tá muito chato acompanhar o Palmeiras.
Errado.
O que, eu faço uma pergunta, você não vem com a resposta, da data solicitada.
Errado tá você que ao invés de contribuir com as questões, colocou outras e deixo as primárias em aberto. Primeiro, o Palmeiras foi o time que mais gastou em pelo menos 3 dos últimos cinco anos.
Pode ser que sim.
E o quanto vendeu?
Se você investe 800 milhões.
Mas vende 900 milhões, você pode (e aqui não é afirmação), muito bem manter a qualidade e/ou se contratar mal piorar.
O movimento puro e simples de contratar, não diz nada.
Ele (movimento) tem que ser atrelado as vendas. Segundo, o lucro do Palmeiras (considerando a receita menos as despesas) era o maior até início do ano passado.
O que vale aqui é o lucro do ano anterior que possibilita o investimento no ano seguinte. E não propriamente a receita (TV, patrocínio, etc.).
Novamente ao ponto do ínicio.
Há uma data citada pelo colega 2016.
E elevei a mais um ano, porque foi o momento de virada do Palmeiras 2015.
Então seguindo a lógica do colega... não a sua de três anos acima, ou ano anterior.
Eu fiz os questionamentos.
Sobre TV e patrocínio a indagação foi minha e sim.
Eu que me basear nelas (duas) e/ou totalidade.
Sobre basta pesquisar, fique a vontade.
Em resumo.
Você não respondeu nada com nenhum fato.
Mudou o que perguntei ao colega.
Muita ajuda quem não atrapalha... KKKKKKK
Errado.
Primeiro, o Palmeiras foi o time que mais gastou em pelo menos 3 dos últimos cinco anos.
Segundo, o lucro do Palmeiras (considerando a receita menos as despesas) era o maior até início do ano passado. O que vale aqui é o lucro do ano anterior que possibilita o investimento no ano seguinte. E não propriamente a receita (TV, patrocínio, etc.).
Basta pesquisar.