Entendo que o modelo de negócio do jogador de base passa muito mais pelo empresário e família do que o próprio jogador.
O que precisa ficar claro para o empresário é que o jogador tem que ir já pronto para a Europa. Se ir cedo demais, corre o risco de não dar certo no clube grande e ficar pingando entre clubes médios e pequenos, correndo o risco da carreira não decolar como imaginado. Acho que o caso do Endrick é uma boa demonstração disso.
Por mais que o empresário e a família queiram uma venda mais precoce para ganhar dinheiro, não tenho dúvidas que se esperar mais um pouco no Brasil e o jogador estiver mais preparado, a venda mais ser feita por um valor ainda maior.
Entendo também que tem a vontade do jogador em atuar nas maiores ligas do mundo, mas aí que vem a estratégia do clube formador. Aqui no Brasil, ele será a grande atração do campeonato, já na Europa, será só mais um dentre tantos outros ótimos jogadores.
Além disso, o próprio clube formador tem que seduzir o atleta. Aumento de salário, participação ativa no marketing do clube, dentre outras ações fazem com que o jogador se sinta prestigiado e não tenha tanta pressa em sair.
O grande trunfo do Palmeiras atualmente é que não precisa desesperadamente vender tanto jogador para equilibrar as contas. Penso que é possível escolher qual jogador pode segurar e qual jogador pode ser vendido.
Enfim, não é uma equação fácil de resolver, mas é bem possível. Basta ter boa vontade.
Cara nao e' odio cego. E' questao de logica.
Perdemos uma final de libertadores sem dar um chute a gol, e o tecnico atribuiu a nao expulsao. E inclusive recentemente pontuou novamente sobre o lance.
Ontem com 2 a mais, contra um adversario ainda mais fraco e ... novamente nada ...
Sinceramente?
Também duvido que dê em muita coisa. Como sempre, quando é do lado de lá, tudo pode. O histórico recente prova isso.
Ouvi falar que estavam querendo fazer um acordo para o Palmeiras não levar adiante a história da agressão.