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    • O que me pega muito é conseguir entender o que é mérito do elenco e o que é mérito da comissão técnica nesses resultados. Claro que quando se trata de futebol é um conjunto, e a não ser que haja uma falha individual grave, todos perdem e todos ganham. Porém, eu acredito muito que esse elenco do Palmeiras “joga sozinho” nesse campeonato. Mesmo com lacunas, é um elenco bem acima dos demais. Já foi menos, mas nessa temporada, o elenco do Palmeiras está, no mínimo, dois degraus acima dos demais exceto o cheiro. Falou-se muito em “espanholização” do futebol brasileiro e, se tem uma temporada que poderia de alguma forma dar razão a esse papo, a temporada é essa. O elenco do Palmeiras - apesar de ter lacunas - é muito bom e se sustenta muito bem “sozinho”. O que se espera da comissão técnica é que reúnam toda essa qualidade e deem o “algo mais” justamente para superar o principal adversário, adversário esse que temos sofrido reveses há algumas temporadas. Hoje eu entendo que o cheiro joga um futebol a altura do elenco que tem, com uma comissão técnica que extrai desses caras o melhor individualmente e equilibra essas qualidades coletivamente, coisa que eu não vejo no Palmeiras. Uma comissão técnica do porte da nossa, que é remunerada para ser um dos grandes diferenciais desse time, não pode entregar uma equipe que mais parece um dos times do Felipão ou do Carille no início de 2010. Entendo que o Palmeiras tem jogadores para fazer a bola girar muito mais redonda, com um futebol muito mais agradável e principalmente mas seguro, sem precisar terminar a maioria das partidas segurando as calças. Talvez seja uma questão minha, uma expectativa minha, mas eu não gosto e nem nunca gostei do futebol “resultadista”. Esse 1x0 minguado e sofrimento defensivo até o apito final. Sendo o Abel e sua comissão uma das mais bem pagas do mundo, eu espero muito mais. O Jardim ganha menos que o Abel e em três meses conseguiu encontrar um modelo de jogo sólido, com consistência e resultado, extraindo o melhor individualmente dos jogadores e organizando essa qualidade em prol do coletivo. O filme de 2025 é muito semelhante ao de 2026. Por enquanto, os resultados estão vindo apesar do desempenho, mas nós já vimos mais de uma vez que isso não costuma se sustentar por muito tempo. Uma vez ok, duas vezes é um sinal de alerta, mas três vezes já é caso de ficarmos muito mais espertos com isso. Não desconsidero o cansaço, as lesões, mas também não desconsidero um filme que já vem se repetindo. Eu não acho que isso é hate como alguns tentam forçar, acho que é precaução para algo que nós já vimos acontecer.
    • Para reflexão frase do Shakespeare, em um de seus trabalhos: "Os covardes morrem várias vezes antes da sua morte, mas o homem corajoso experimenta a morte apenas uma vez"  
    • Há anos que é assim, Abel tem ojeriza do setor central e de meias de criação. 
    • Como eu disse, competitivo vamos continuar sendo, mas aí não adianta quando chega numa final de libertadores e não dá um chute a gol.  Se o time não evolui e cria dentro do grupo, alternativas de ataque e de jogo, não adianta esperar milagre numa final. Vai ficar reclamando de um vermelho pro adversário que não veio, ou de detalhes que não condizem com o que é construído durante a temporada 
    • Eu posso garantir que vamos ser competitivos. Quando chegar as partidas decisivas, todas as minhas esperanças são justificadas na individualidade. E dessa vez, ao menos no papel, temos tantos jogadores quanto eles que sozinhos são capazes de resolver a partida.
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