Na Copa me incomoda um pouco ver times europeus com astros “importados” da África. Antes, as Seleções só tinham nativos dos países e representavam o povo. Hoje se vê os excelentes afircanos em todo lado, naturalizados ou filhos de imigrantes (o que é normal). Até na Suécia, no meio dos nórdicos. Isso reduziu a diferença entre Brasil e europeus. O Brasil, país onde os negros são maioria, embora esteja há 24 anos sem títulos, sempre foi muito respeitado, e é o único penta.
De outro lado, estou contente em ver nossa excelente base buscando talentos na África. Queiram ou não os brancos (como eu), os negros são mesmo superiores (na média) atleticamente, como dizia o saudoso Dr. Robson Torres. Já que é uma tendência mundial, melhor aderirmos a ela o quanto antes. Parece que o Koné é mesmo muito promissor. Que venham novos africamos. Parabéns ao JPS !