Comparando campeonato que chega a 8 partidas se chegar na final com uma temporada inteira de futebol. É por esse tipo de coisa que os fabricantes precisam colocar "Não coma" nas embalangens de shampoo.
E agora, com a chegada do Barboza que também é bom cabeceador, vai ser fundamental ajustar isso.
O que me deixa curioso é o fato do time sempre acabar optando por cruzar bolas na área quando está no desespero, mas não ter nenhum centroavante que seja bom nesse quesito. Tem o Flaco, mas é o único jogador de ataque com essa característica. Por isso sempre fui a favor de ter um "9-9" experiente no banco, até para dar uma variada na maneira de jogar.
São competições completamente diferentes, contextos diferentes, não adianta fazer essas comparações.
Até parei no trabalho aqui com vontade de comentar sobre a importância de se ter variações na bola parada como Portugal mostrou contra o Uzbequistão, mas é totalmente diferente treinar uma seleção para uma competição curta, onde a possibilidade de surpreender o adversário é mais alta. São coisas muito diferentes.
Isso não significa livrar a comissão técnica portuguesa de qualquer cobrança neste sentido. Eles mesmo já foram BEM MELHORES neste aspecto. A bola parada em 2022/23 era cheia de variações e não aproveitar isso com um Andreas na equipe é injustificável.