Pois é. Passei por tudo isso e consigo discernir os momentos e principalmente a diferença enorme entre contextos. Não podemos normalizar a incompetência que houve. É totalmente normal passar um ano ou até mais sem vencer títulos, totalmente, mas da forma que foi o ano passado e o que foi gasto, não.
Espero que a diretoria tenha aprendido a não gastar tanto em jogadores tão sem respaldo como fez. E que o Abel se esforce mais a melhorar o time com o que dispõe. Observo um pouco de cada nesse princípio de ano, mas precisamos melhorar sempre. Não pode acomodar como acomodou na temporada passada. E o resultado disso vimos no final.
Isso, em uma das fases mais estruturadas do clube, vamos no conformar e aceitar passar 700 dias sem um título. Só pq na época da fila não ganhávamos nada...
Pegue todos os times nas suas melhores fases em termos estruturais e veja quais acharam normal passar 700 dias sem título.
Se o Palmeiras for habilidoso no mercado, já efetivaria a troca com o Cruzeiro do Bruno Rodrigues pelo William, ambos por empréstimo.
Aí na próxima janela tentaria trazer o Nino e o Fabinho.
Ficaria faltando apenas um CA reserva experiente. Aqui teria que ver alguma oportunidade de mercado ao longo das janelas. Enquanto isso, vamos de Luighi, nosso volante-atacante. Ao menos está sendo útil ao desarmar na frente, rsrs. Mas precisamos de mais, isso é evidente.
É uma teoria que faz sentido, mas eu acho que é mais simples do que isso: quem assistia às partidas sabe que nem deviam ter aparecido aqui ou que eram ciclos já haviam terminado há pelo menos 2 anos. Iam esperar torcedores malucos espancarem um jogador desses em alguma balada pra tomar uma atitude? Porque o limite já havia ultrapassado há eras.
Eu já desisti de tentar explicar que o problema não foi perder, e sim o contexto, mas convenientemente parecem ignorar isso. Em que ano dos vários períodos de "vacas magras", técnicos bisonhos e jogadores de qualidade duvidosa que nós tivemos um investimento ou elenco remotamente parecido com 2025? É óbvio que a expectativa é diferente.