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Ganhar do Cerro nem é a questão, porque se nada mudar, a eliminação só será postergada. Que esse desgraçado do Abel traga esse título da Libertadores e depois pode fazer um discurso egocêntrico na coletiva e falar que é melhor do que o Guardiola. Temos o Larson para jogar, ele é infinitamente melhor que o Martinez. Transição de jovens da base se faz colocando para jogar com o time titular e não com o time remendado. Isso é tão básico, mas no Palmeiras ninguém é do ramo.
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Cara se negociarem o Kaique com o Carlos Miguel nessa fase será um crime. https://ge.globo.com/futebol/times/palmeiras/noticia/2026/08/17/kaique-jovem-goleiro-do-palmeiras-entra-na-mira-de-clube-portugues.ghtml
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Por Juninho.206 · Postado
Waga, eu não sei se metade aqui tem coração para aguentar um disputa de penaltis. Eu sinceramente, estou torcendo pra que nao chegue nenhuma bola nele, a gente ganhe de 2 ou 3 a 0 e ele só apareça no final dizendo que já sabia. E que levante a moral através, e junto, do time como um todo. -
Por Londrinense · Postado
Achei que esse vídeo merecia um tópico próprio, porque mesmo sendo indignante, serve para jogar umas verdades na mesa. Um colega forista outro dia disse algo que fez total sentido: O problema se originou de cima, do topo da hieraquia (que já não existe mais). Virou uma séria de problemas em cascata. Esses problemas geraram um ciclo vicioso, inteligentemente criado pela pessoa que nós mesmos "aceitamos" colocar na presidência lá atrás. Esse é o grande perigo de colocar no comando de um clube de futebol alguém que pode entender muito de negócios, mas entende pouco de futebol. Durante muito tempo compramos a ideia de que bastaria aplicar ao clube as mesmas premissas de uma grande empresa, ou seja, organização financeira, aumento de receitas, controle de despesas, investimentos em estrutura e governança. Parecia lógico imaginar que uma empresária extremamente bem-sucedida seria também uma grande presidente de clube. O problema é que futebol não se resume a balanço, fluxo de caixa e patrimônio. É claro que saúde financeira é fundamental, mas existe uma parte da gestão que exige conhecimento esportivo: saber montar um departamento de futebol, escolher quem toma as decisões, avaliar contratações, perceber quando um ciclo técnico se esgotou e impedir que relações pessoais ou gratidão pelo passado se sobreponham aos interesses do clube. Quem não domina esse ambiente precisa, no mínimo, cercar-se de gente que domine. E é justamente aí que a gestão de Leila Pereira, na minha opinião, falhou. Por muito tempo parte da torcida aceitou a ideia de que, mesmo sem entender profundamente de futebol, ela ao menos manteria o clube financeiramente saudável. Só que essa conta também precisa ser feita por inteiro. Não adianta aumentar receitas e, ao mesmo tempo, desperdiçar milhões em contratações ruins, salários inflacionados, renovações questionáveis e uma estrutura de futebol que custa muito mais do que entrega. O clube investe pesado em tecnologia, preparação, recuperação física e estrutura de primeiro nível, mas parte dessa vantagem se perde quando o trabalho dentro de campo não consegue transformar tudo isso em desempenho. Em termos simples, trouxe dinheiro com uma mão e desperdiçou parte dele com a outra. Abel Ferreira tem responsabilidade equivalente pela decadência técnica que o time apresenta há pelo menos dois anos e seu ciclo já deveria ter sido encerrado naquele momento. O time passou a jogar progressivamente pior, tornou-se mais previsível, menos criativo e muito abaixo do potencial de um elenco caro, qualificado e amplamente abastecido pela própria diretoria. E não é correto tratá-lo como simples vítima de más contratações, porque várias delas tiveram sua aprovação ou partiram de indicações da própria comissão técnica. Abel merece as críticas que recebe pelo futebol apresentado, pelas escolhas, pela dificuldade de renovar suas ideias e por insistir em um modelo que há muito tempo dá sinais de esgotamento. O que mais incomoda é que ele parece ter criado uma espécie de realidade paralela na qual o time quase sempre joga bem e os problemas estão sempre em algum fator externo: eficácia, calendário, arbitragem, gramado, imprensa, torcida, lesões ou qualquer outra explicação disponível. O que raramente aparece é o reconhecimento simples de que o time joga mal e poderia render muito mais com o elenco que possui. E é justamente aí que se forma a relação de conveniência entre Abel e Leila. A presidente utiliza o treinador como escudo das críticas ao futebol, porque quase toda crise termina concentrada nele. Ao mesmo tempo, Abel aceita perfeitamente esse papel porque recebe, em troca, estabilidade, poder interno, salário altíssimo e uma tolerância que dificilmente teria em outro grande clube após um período tão longo de queda técnica. Ele aguenta as críticas, enfrenta imprensa e torcida, sustenta a narrativa do trabalho e permanece protegido pela presidente. No fim, um protege o outro. Leila mantém Abel, Abel absorve grande parte do desgaste esportivo e a diretoria continua funcionando sob a mesma lógica. Enquanto a torcida discute se o treinador deve ficar ou sair, quase ninguém cobra com a mesma intensidade quem decidiu mantê-lo, quem escolheu o diretor de futebol, quem aprovou as contratações, quem autorizou as renovações e quem sustenta essa estrutura há tanto tempo. A responsabilidade, portanto, não é de um ou de outro. É dos dois. Leila erra por manter uma estrutura que há muito deixou de produzir o que poderia. Abel erra por executar esse modelo, participar das escolhas e não conseguir extrair do elenco algo próximo de seu potencial. Um mantém, o outro executa, e ambos se legitimam com o passado já quase longínquo. Ela pelas finanças, ele pelos títulos. Foi um erro achar que ser uma empresária extraordinária significaria necessariamente saber administrar futebol. Da mesma forma, é um erro achar que um treinador historicamente vencedor deve permanecer indefinidamente mesmo quando o trabalho deixa de evoluir. Clube grande não pode ser administrado por gratidão, culto a personagens ou medo de encerrar ciclos. Presidente passa. Treinador passa. Jogador passa. O Palmeiras fica. -
Quarta-feira será uma noite mágica. 90 minutos é muito tempo!
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