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    • Mas num momento de dificuldade, que o time está sofrendo pressão, o bloco vai baixar, não tem jeito.
    • Perfeito quando o Palmeiras propõe o jogo. Mas se está tomando pressão e com dificuldades, fica muito difícil o ponta não marcar lateral. São momento distintos do jogo. Se vc coloca um volante pra fazer essa função, abre um buraco no meio, e se vc conta com apenas 3 jogadores no meio campo, é ainda pior. Por isso que, num 4-3-3, a fase defensiva vira um 4-5-1, e os pontas voltam pra não deixar as laterais sem marcação. Ano passado realmente sofremos demais em jogos que não propusemos o jogo. Sempre que enfrentava maior dificuldade, o contra ataque inexistia. Contra os [termo ofensivo] agora te digo que será o primeiro grande desafio do ano. Vamos ver como o time vai se portar.
    • Se for por zona , normalmente fazem pressão no próprio campo de ataque , fechando as saídas dos laterais adversários . Não há necessidade de voltar o campo todo marcando pois existe cobertura e uma divisão por setores . Você troca o cansaço das corridas longas pela explosão e intensidade , mas em circuitos menores . Todos que você citou fazem isso 
    • O que piora e muito quando o técnico só sabe jogar no modo reativo contra equipes iguais ou levemente superiores taticamente.
    • Quando o ponta e o lateral entram no bloco ofensivo, provavelmente não será o ponta que vai sair para a cobertura, pode ser que seja o zagueiro ou um volante. O ponta vai acabar recuando sim, isso é natural, mas não necessariamente será o cara que vai acompanhar o adversário até a linha de fundo. São os chamados blocos de marcação, onde os jogadores específicos cobrem os seus blocos.  No Palmeiras, a marcação atual fica mais ou menos assim: Khellven, Gómez, Murilo, Piquerez; Allan, Flaco, Andreas, Marlon, Maurício; Vitor Roque. O Allan e o Maurício acabam voltando mais quando o Palmeiras baixa seus blocos e marca mais próximo a área. Mas normalmente a estratégia é subir os blocos para pressionar o adversário em linha mais alta, o que facilita a retomada da bola e a articulação do contra ataque.  Quando a equipe tem mais a posse da bola fica mais fácil preservar os pontas de voltarem tanto. Esse foi um grande problema do Palmeiras no ano passado, que não retinha a posse de bola e estava o tempo todo sob ataque, precisando baixar as linhas e obrigando os pontas a voltarem muito. Não à toa, perdemos muita força no contra ataque, já que os caras estavam morrendo no início dos segundos tempos. O atual Palmeiras parece estar conseguindo equilibrar melhor isso, tanto que tem conseguido puxar ótimos contra ataques. Mas ainda tem ajustes defensivos importantes a serem feitos.
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