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    • Tamo ferrado pra ganhar do Flamerda no RJ sem VR.  Torcer pro Arias tirar um coelho da cartola e decidir o jogo. 
    • VR sendo cuidado pelo NSP... Até o próximo ano ele volta  
    • O Imparcial STJD  reduziu a pena do zagueiro do Bahia de 4 para 1 jogo. O zagueiro David Duarte, também em entrevista após o jogo, disse que o Bahia foi "roubado" dentro de casa. 
    • Com o atual departamento médico do Palmeiras? Sei não... São muitos erros em sequência. Deram ok para contratar o Paulinho gravemente lesionado, ok para contratar o Felipe Anderson morto... Difícil confiar nesses caras.
    • No fim, a completa falta de qualidade em todo nosso departamento de futebol, cobra seu preço.  - Começa pela presidente. Como não entende NADA de futebol, tá tudo bem. Afinal, conquistamos vários títulos de 2020 a 2023 e vários vices em 2024 e 2025. No meio empresarial estaria tudo certo. Não adianta dizer que com a diferença de receitas e consequentemente qualidade técnica, nosso desempenho deveria ser muito melhor e que cada vez que um adversário de qualidade similar aparece, nos abate. Isso só quem é do futebol entende.  - Diretor de futebol é um mero gestor de pessoas.  - Scout e prospecção fraquíssimos. Mesmo com boa receita em mão são incapazes de contratar com sucesso nomes fora da obviedade. Apenas o Richard Rios foi o caso. Além dele, fracassos ou contratações que dispensa scout, estilo Vitor Roque, Árias e Andreas Pereira. Jamais encontraríamos um Barboza ou um Igor Jesus antes do Botafogo, ou um Viveros antes do Athletico. A gente encontra Tabata, Atuesta, Micael...  - Nucleo de saúde e performance errando muito. Recorrente jogadores indo e voltando ao DM, além da avaliação absurda feito na contratação do Paulinho. Prejuizo imensurável.  - Comissão técnica incapaz de fazer o time jogar coletivamente. Ter um sistema de jogo que possibilite atuar sem chegar além do limite fisico. Que seja coletivamente forte o suficiente para não depender exclusivamente de qualidade individual, forçando seus melhores jogadores mesmo em gramados pesados contra adversários insignificantes.  Estouramos o Vitor Roque. Precisamos usar o jogador até o limite em um campeonato paulista, pois sem força máxima não seriamos capazes de vencer adversários do calibre do Novorizontino. Agora como ele ficou muito tempo afastado, precisamos dar minutos a ele contra um time cavalo da série D. Se ele não tivesse estourado, se estivesse atuando... não era jogo pra ele estar em campo. Se a gente fosse um time coletivo, capaz de jogar futebol, era jogo pra ir com 11 reservas. A Juazeirense meteu 3 nesse time, o Ceará 4.  Quem fala que vindo o Barboza é sinal de que alguém vai sair, lembrem-se que o Gustavo Gomez fará 33 anos em maio, e é outro que precisa jogar até sair sangue ou nosso sistema defensivo não aguenta.  Enfim, uma sequência de erros e trabalhos realizado com baixa qualidade, custam caro.  Se tivessemos peças baratas e com qualidade, teríamos um ótimo elenco. Mas como só acertamos contratações caríssimas... ficamos com medalhões ou garotos.  Se tivessemos acertos na avaliações de lesões, com o dinheiro do Paulinho teríamos um reforço nível A e o Vitor Roque estaria apto.  Se tivessemos uma comissão técnica competente, jogaríamos coletivamente um futebol seguro, sem depender de utilizar 2 ou 3 jogadores até o limite físico. 
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