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    • Que Palmeiras queremos? Se é para contratar, que se tenha como ideia e referência o nosso melhor zagueiro (G.Gomez?). Se contratar nível Gomez ou superior é porque pretendemos um Palmeiras buscando títulos, se for para contratar abaixo do nível Gomez, ou seja, mais do mesmo, e está bom pro Palmeiras "conquistar" vice paulista, semi da CdBrasil, entre os quatro do brasileiro...não é melhor que se use os zagueiros da base Benedetti/Naves? [...]se não for para aproveitar esses dois que vendam. Fuchs é nível Gomez? Pra mim não...
    • Pelo que jogou nos ultimos meses, Estevão não deixará saudades. Menos ainda depois das ultimas coletivas. Não conheço esse Sosa, mas pelo menos teremos um jogador focado em campo (espero)
    • Nem sei o que pensar dessa contratação, 14 milhas em uma aposta me parece muita grana.  Para apostas o clube deveria impor um limite, sei lá, uns 5 milhões de Euros no máximo. É o que falávamos outro dia, com essa grana você traz jogador em fim de contrato com experiência na Europa, estamos precisando desse perfil de jogador e com características de liderança, um cara que chegue junto quando precisa e que saiba esfriar o jogo em alguns momentos, nosso elenco parece ser composto de jogadores muito ingênuos. Só uma consideração na comparação com o Facundo, é que esse Sosa pelo menos vem da Premier League e não MLS, mas ainda assim completamente sem expectativa que seja decisivo.
    • Eu discordo completamente. O Vitor Roque pode não ser um craque, mas é visível que ele morre de fome nesse ataque do Palmeiras. Como cobrar de um atacante que precisa sair da área, cair pelos lados, voltar no meio-campo pra receber? Ele tá isolado em um cemitério de jogadas ofensivas, onde não existe tabela, triangulação, infiltração ou jogo por dentro — é chuveirinho e chute de fora da área. Isso não é futebol ofensivo, é desespero. O VR nunca teve a sequência real que sobrou pro Flaco. Aquele gol contra os “faraós” que o Flaco fez? O Vitor Roque nunca recebeu uma bola limpa daquelas, cara a cara. E mesmo assim, se movimenta, tenta, busca jogo. Mas sozinho, não dá! E tem outro ponto: essa história de “faltou eficácia” que o Abel vive repetindo é uma falácia grotesca. Finalizar de fora da área 20 vezes por jogo e achar que isso é sinônimo de volume ofensivo é tapar o sol com a peneira. Nosso problema é criação, e não o centroavante. Se derem o mínimo de jogadas reais ao Vitor Roque, ele entrega. Mas hoje, qualquer atacante some nesse sistema.
    • Ah não sei vcs, mas eu dei uma desanimada para o restante da temporada. Fomos longe no Mundial, minha perspectiva era cair nas oitavas, mas pelo desenrolar do campeonato, o sentimento é que poderíamos ter chego até a final... Triste.
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